Blog do Cavalcanti

Notícias, estudos e reflexões sobre o sistema penitenciário, violência, criminalidade, segurança pública, política e temas sociais

26

de
dezembro

Ciclos

Andamos em círculos, em ciclos, em períodos. Tudo se resume em começo, meio e fim. Tudo na vida se resume em início, meio e final. Amanhecer, entardecer e anoitecer. É o ciclo da vida. Nada mais que isso.

9

de
outubro

Mudança de Casa

A partir de hoje, encerro as atividades neste blog, e passarei a postar sobre o mesmo assunto em outro blog. Agradeço aos que prestigiaram a idéia e participaram da empreitada.

Até nova censura, este blog poderá ser visualizado também na intranet/SUSEPE

O novo endereço:

http://achcavalcanti.blogspot.com

Conto com a participação de todos

21

de
setembro

O Ocaso da Lealdade

Achei oportuno reproduzir novamente esta bela crônica de Sérgio Faraco, desta vez em "homenagem" a algumas pessoas que sempre juraram lealdade, amizade, conduta ética, mas na hora de provar…pipocaram e mostraram a suas verdadeiras faces.

"A amizade é um belo sentimento, certamente o mais sublime, mais perfeito. Ao contrário do amor, sempre é recíproco. Se não é recíproco, amizade não é, mas outra coisa que atua numa só direção, tão dispensável que nem nome tem.

A ficção nos oferece alguns exemplos de amizades, como a de Aquiles e Pátroclo, personagens de Homero; Orestes e Pílades, personagens de Ésquilo; Niso e Euríalo, personagens de Virgílio. A vida real também, haja vista o sentimento que, no século XX, uniu dois antropólogos, o francês Paul Rivet e o alemão Franz Boas. Eles nutriram intensa correspondência ao longo de 30 anos e tiveram um único encontro pessoal, em 1942, quando Rivet, fugindo da França ocupada, visitou Nova York, onde Boas residia. O francês ofereceu ao alemão um almoço, ao qual compareceram discípulos de ambos e amigos comuns, e fez uma breve alocução para exaltar aquela amizade que se iniciara no amor à ciência e vinha rompendo todas as barreiras, inclusive duas guerras entre seus países. O episódio é evocado por alguém que estava presente naquela confraternização, o educador brasileiro Paulo Duarte, em seu prefácio à tradução dos poemas do italiano Trilussa. Boas quis agradecer. Ele se ergueu e, logo ao pronunciar as primeiras palavras, "meu querido Rivet", tombou, fulminado pela emoção.

Hoje são raras as grandes amizades.

Há amigos ocasionais, a amizade útil de que fala Aristóteles em sua Ética, uma relação de afeto com o outro enquanto ele te acompanha em dada circunstância, depois cada um segue seu caminho, e careces da lanterna de Diógenes para encontrar o amigo com o qual possas compartilhar teu padecimento e mesmo tua alegria, que sempre é mais difícil de engolir: "Como é amargoso contemplar a felicidade pelos olhos dos outros", exclama um personagem de Shakespeare em Como gostais.

No DNA dessa escassez pululam as moléculas do egoísmo, da inveja, do rancor, daí uma prática que parece ser própria não só da falsa amizade, mas das relações interpessoais no trabalho, no esporte, nas artes, na política e em todas as atividades do homem em sociedade: a deslealdade. Passou a ser natural alguém tentar te prejudicar por não ser possuidor do que possuis. Os meios para se conseguir algo, conquanto representem uma traição, já não fazem mossa na reputação de ninguém. Isto aqui, claro. Garante o velho Borges, num dos ensaios de Otras inquisiciones, que na Argentina é diferente: para o argentino, o fulano que se aproveita da confiança de alguém para depois entregá-lo à polícia não passa de "um incompreensível canalha".

8

de
setembro

O Verdadeiro Erudito

Nada pior que uma pessoa arrogante, sem humildade e demasiadamente pretensiosa. Pessoas assim são estúpidas, a todo momento julgam os outros, são invariavelmente críticos ferozes e maus ouvintes, só querem falar. Afinal, para quê ouvir os outros, se pensam já saber tudo? São péssimas companhias, tanto no trabalho como na vida social, pois com eles não há troca, portanto a proximidade com criaturas assim só nos traz perdas. Gente assim gosta de despejar sua verborragia de forma tão grosseira que não ajuda ninguém a crescer, pois o seu objetivo é só o de tentar humilhar os demais.

Ninguém serve, a não ser ele o guardião da ética e da moralidade, o detentor da verdade suprema, o grande erudito.

Mas o verdadeiro erudito, aqueles que realmente possuem valor, não são arrogantes nunca, ao contrário, são cada vez mais simples e humildes, pois são inteligentes o suficiente para entender que somos muito pequenos e que o saber não é alcançado sem a troca de experiências e sem a noção de que sempre teremos muito a aprender com a vida e com aqueles que também evoluíram o suficiente para aprenderem esta lição.

10

de
agosto

Dia dos Pais

A mensagem vem somente no final do domingo, pois eu estava viajando desde o sábado, retornei hoje à tarde e fui direto para a reunião na Susepe.

AJUDAR OS FILHOS

Ajuda o teu filho, enquanto é tempo.
A existência na Terra é a vinha de Jesus, em que nascemos e renascemos.
Quantos olvidam seus filhos, a pretexto de auxílio ao próximo, e acabam por fardos pesados a toda gente!
Quantos se dizem portadores da caridade para o mundo e relegam o lar ao desespero e ao abandono?!
Não convertas o companheirinho inexperiente em ornamento inútil, na galeria da vaidade, nem lhe armes um cárcere no egoísmo, arrebatando-o à realidade, dentro da qual deve marchar em companhia de todos.
Dá-lhe, sempre que possível, a bênção dos recursos acadêmicos; mas, antes disso, abre-lhe os tesouros da alma, para que não se iluda com as fantasias da inteligência quando procura agir sem Deus.
Ensina-lhe a lição do trabalho, preparando-o simultaneamente na arte de ser útil, a fim de que não se transforme em alimária inconsciente.
Os pais são os ourives da beleza interior.
O buril do exemplo e a lâmpada sublime da bondade são os instrumentos de tua obra.
Não imponhas á formação juvenil os ídolos do dinheiro e da força.
A bolsa farta na alma vazia de educação é roteiro seguro para a morte dos valores espirituais. O poder, sem amor, gera fantoches que a verdade destrói no momento preciso.
Garante a infância e a juventude para a vida honrada e pacífica.
Que seria do celeiro se o lavrador não preservasse a semente?
Quem despreza o grelo frágil é indigno do fruto.
Faze de teu filho o melhor amigo, se desejas um continuador para os teus ideais.
Que será de ti se, depois de tua passagem pela vida física, não houver um cântico singelo de agradecimento endereçado ao teu espírito, por parte daqueles aos quais deves amor? Que recolherás na seara da vida, se não plantares o carinho e o respeito, a harmonia e a solidariedade, nem mesmo no canteiro doméstico?
Não reproves a esmo.
A tua segurança de hoje lança raízes na tolerância de teu pai e na doçura das mãos enrugadas e ternas da tua mãe.
Esqueça a cartilha da violência.
Que seria de ti sem a paciência de algum velho amigo ou de algum mestre esquecido, que te ensinaram a caminhar?
O destino é um campo restituindo invariavelmente o que recebe.
Ama teu filho e faze dele o teu confidente e companheiro.
E, quanto puderes com o teu entendimento e com o teu coração, auxilia-o, cada dia, para que não te falte a visão consoladora da noite estrelada na hora do teu repouso e para que te glorifiques, em plena luz, no instante luminoso do despertar.
Plantão da Paz - Francisco Cândido Xavier / Emmanuel

30

de
julho

Nova Aparência

Mudo novamente a aparência do blog. Na verdade o portal não apresenta muitas opções como acontece em outros, tampouco mais alternativas. Mas é nesse que eu estou, então vamos alternando a máscara da tela para não enjoar.

O importante é o conteúdo divulgado.

16

de
julho

O ocaso da lealdade, por Sergio Faraco

Achei interessante esta crônica. Dedico-a especialmente à parasita que pulula pelo blog com certa freqüência, uma criatura sem atrativos, baixa,  pequena e sem luz.

A amizade é um belo sentimento, certamente o mais sublime, mais perfeito. Ao contrário do amor, sempre é recíproco. Se não é recíproco, amizade não é, mas outra coisa que atua numa só direção, tão dispensável que nem nome tem.

A ficção nos oferece alguns exemplos de amizades, como a de Aquiles e Pátroclo, personagens de Homero; Orestes e Pílades, personagens de Ésquilo; Niso e Euríalo, personagens de Virgílio. A vida real também, haja vista o sentimento que, no século XX, uniu dois antropólogos, o francês Paul Rivet e o alemão Franz Boas. Eles nutriram intensa correspondência ao longo de 30 anos e tiveram um único encontro pessoal, em 1942, quando Rivet, fugindo da França ocupada, visitou Nova York, onde Boas residia. O francês ofereceu ao alemão um almoço, ao qual compareceram discípulos de ambos e amigos comuns, e fez uma breve alocução para exaltar aquela amizade que se iniciara no amor à ciência e vinha rompendo todas as barreiras, inclusive duas guerras entre seus países. O episódio é evocado por alguém que estava presente naquela confraternização, o educador brasileiro Paulo Duarte, em seu prefácio à tradução dos poemas do italiano Trilussa. Boas quis agradecer. Ele se ergueu e, logo ao pronunciar as primeiras palavras, "meu querido Rivet", tombou, fulminado pela emoção.

Hoje são raras as grandes amizades.

Há amigos ocasionais, a amizade útil de que fala Aristóteles em sua Ética, uma relação de afeto com o outro enquanto ele te acompanha em dada circunstância, depois cada um segue seu caminho, e careces da lanterna de Diógenes para encontrar o amigo com o qual possas compartilhar teu padecimento e mesmo tua alegria, que sempre é mais difícil de engolir: "Como é amargoso contemplar a felicidade pelos olhos dos outros", exclama um personagem de Shakespeare em Como gostais.

No DNA dessa escassez pululam as moléculas do egoísmo, da inveja, do rancor, daí uma prática que parece ser própria não só da falsa amizade, mas das relações interpessoais no trabalho, no esporte, nas artes, na política e em todas as atividades do homem em sociedade: a deslealdade. Passou a ser natural alguém tentar te prejudicar por não ser possuidor do que possuis. Os meios para se conseguir algo, conquanto representem uma traição, já não fazem mossa na reputação de ninguém. Isto aqui, claro. Garante o velho Borges, num dos ensaios de Otras inquisiciones, que na Argentina é diferente: para o argentino, o fulano que se aproveita da confiança de alguém para depois entregá-lo à polícia não passa de "um incompreensível canalha".

14

de
julho

O Parasito de Volta

Este coitado ser continua, para minha satisfação, à espreita, ajudando a aumentar as estatísticas de acessos desse blog. O parasito afirma que esse blog é inútil. Mas ele, ou ela, vive por aqui, escondido no covarde anonimato, cego, incompetente para fazer qualquer coisa construtiva.

Tenho pena de gente assim. Falta vida e, como todos os parasitos, necessitam da energia de outras pessoas. Quanta falta de luz LBD?

O blog já está com mais de 12 mil acessos, com uma média nos dois últimos meses de 100 por dia. Continuem acessando e comentando, inclusive o parasito, por favor.

14

de
julho

Férias

Segunda semana de férias se iniciando e ainda não saí da cidade. Problemas de saúde em familiares (viroses comuns nesta época do ano) e alguma preguiça. Vou colocando certos afazeres da casa em dia, minha documentação, a contabilidade e outras tarefas. Recarrego as baterias para o retorno esperando poder engrenar no trabalho outra vez com força total.

Pretendo ainda fazer ao menos duas viagens curtas, sem muitos gastos e desgastes. O momento é de reflexão.

9

de
julho

Novo Layout

Não sei se deu pra notar, mas mudei o visual do blog. Coisas de quem está com poucas tarefas e fica inventando moda. Agora vai desse jeito, até enjoar.

5

de
julho

Artigo do Secretário da Segurança Pública

Álcool: Tolerância Zero, mesmo!, por José Francisco Mallmann

De acordo com estudos internacionais, o álcool é a quarta droga mais nociva à saúde física e mental, influenciando sobremaneira nos indicadores de violência. No RS, ao assumir a SSP, ficou ainda mais claro para mim a relação dessa droga com os acidentes de trânsito, homicídios, lesões corporais, vandalismo e agressões à mulher. Nas delegacias gaúchas, cerca de 40% dos inquéritos policiais decorrem da ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, o que corresponde a mais de 650 mil inquéritos. No Brasil, relembro que a indústria do álcool é responsável por 3% do PIB, porém seu custo social já atinge 7% desse mesmo índice! Para reflexão.

A constatação nos fez alertar da importância do "controle social do álcool". Por isso, foi conclamado aos prefeitos - detentores desse poder de controle em suas comunidades - adotarem a restrição ao comércio de bebidas alcoólicas, principalmente a partir da meia-noite e, muito mais, aos finais de semana, períodos em que ocorrem os excessos. Hoje globalizada, nossa sociedade tem no álcool um dos maiores causadores de problemas, como bem afirmam especialistas no tema, como o psiquiatra Sérgio de Paula Ramos e o psicólogo norte-americano Ken Winters. "A droga do álcool", consumida de maneira descontrolada, traz tragédias e desgraças, e assola nossas famílias. Para tanto, confiram as ocorrências nos prontos-socorros, hospitais, delegacias de polícia e necrotérios, com destaque para os registros nos feriadões. E, depois, aparecem os reflexos na Previdência.

Na conscientização desse malefício, tivemos como avanços a restrição às bebidas alcoólicas em alguns municípios gaúchos, a proibição da venda nos estádios de futebol - por lei estadual, e agora, também, a vedação nas estradas federais, e a tolerância zero aos condutores de veículos, medida esta que, sem dúvida, irá alterar comportamentos, condutas e hábitos culturais. As estatísticas colhidas nos últimos dias já mostram que, desde o início de nossa cruzada "antiálcool", se estava no caminho certo.

Embora tarde, o Brasil ingressa na era de uma legislação existente nos países com normas mais avançadas na relação "álcool x direção". A tolerância zero de álcool ao volante somente será eficaz com a eficiente fiscalização do cumprimento da lei por nossas polícias ostensivas. Pelo Estado, será mediante a intensificação da operação permanente, denominada "Lei Seca", que agora irá ocorrer a qualquer dia e hora.

O cerco ao álcool, no entanto, não pode parar por aí. Temos que avançar ainda mais! Por exemplo, a efetiva proibição do comércio às margens das rodovias estaduais e a restrição naqueles dias e horários de maior concentração do consumo de bebidas alcoólicas. Isto contribuirá, sim, na queda sensível de indicadores de criminalidade e, com certeza, trará uma melhor qualidade de vida para nossa população.

5

de
julho

Pão dos Pobres Adota Padrinhos

Além da praticidade ao doador, outra vantagem da adoção virtual é o fato de ela preservar o vínculo dos abrigados com sua família de origem. No caso do Pão dos Pobres, a maioria dos 200 residentes mantém algum vínculo familiar e passa o fim de semana em casa. Ao chegar à etapa dos cursos técnicos, por exemplo, os adolescentes começam a ganhar uma bolsa mensal de um salário mínimo - e muitos acabam se tornando a única fonte de sustento da família.

- Não queremos tirá-los da família. Queremos, sim, é que eles retornem para casa com condições de ser uma nova referência familiar e possam se sustentar sozinhos. Fazemos um trabalho preventivo, impedindo que essas crianças fiquem nas ruas - diz Irmão Valério Menegat, diretor da instituição.

De maneira informal, a adoção das 600 crianças e adolescentes, alunos do Pão dos Pobres, já ocorre há décadas. A instituição tem duas madrinhas ilustres, como a empresária Nora Teixeira e a pediatra Rita Suzana Camargo Souto.

Nora e as duas filhas, Julia e Victória, são responsáveis pelo sustento de seis meninos. Periodicamente, elas visitam a instituição e fazem atividades festivas para os adolescentes. Rita sustenta a formação de um dos residentes do Pão dos Pobres há mais de 10 anos e, no ano passado, bancou a compra dos uniformes para todos os internos.

- Ter um padrinho é um estímulo a mais para os meninos, que passam a cultivar a gratidão e recompensar com o próprio esforço a ajuda que recebem - acredita a médica.

As alternativas para quem quer ajudar

http://zerohora.clicrbs.com.br/pdf/4635793.pdf   

4

de
julho

Nova Interdição

Hoje foi decretada mais uma interdição de um estabelecimento penal. O Presídio Estadual de Camaquã não pode mais receber presos devido a superlotação carcerária.

Muito cômoda a posição de promotores de justiça e juízes nestas questões. Assistem à triste realidade do sistema prisional como se estivessem assistindo um filme (de terror) no telão, sentados confortavelmnte em suas poltronas. E acusam o Estado de omisso nesta questão penitenciária!

Vejam que utilizam sempre esta expressão. Então eles não se consideram parte do Estado?! Mas quando são chamados a participar de um pacto pelo Rio Grande do Sul, diante da crise financeira por que passamos, foram os primeiros a pular fora. Não querem nada de ônus, só os bônus. Assim fica fácil. Porém, no ano passado foi divulgado que de 1995 a 2005 a arrecadação estadual havia crescido em torno de 50% em termos reais, ou seja, acima da inflação do mesmo período, significando que somos um Estado pujante e produtivo. Em cntrapartida, os repasses para o Poder Judiciário e Ministério Público aumentaram mais de 150% em termos reais. Brilhante! Esses podres poderes são um dos grandes responsáveis pela situação falimentar do Estado, se sustentam às custas dos recursos arrecadados pelo Estado, mas não se consideram parte do Estado e ainda por cima, acusam o Estado de omisso!!! E quando não se consegue aumentar a oferta de vagas nos presídios adotam a impactante medida: INTERDITE-SE!

Podres e incompetentes poderes esses.

23

de
junho

Sucesso

Este blog ultrapassou a marca dos 10.000 acessos. Tem sido bastante lido e espero que acrescente algo às pessoas que o visitam. Sempre olhei a internet como uma possibilidade de interagir com um universo grande de pessoas e com isso aprender muito e também ajudar os demais a ampliar seus conhecimentos.

Ainda sou blogueiro inexperiente e tenho acessado bastante outros blogs de profissionais, com larga aceitação e penetração junto a opinião pública. O momento é de aprendizagem e crescimento.

22

de
junho

Parasito

Provocado, aparece. E fica bravo e xinga. Ridícula criatura. Causa muita pena. Adora ler o que escrevo, mas estranhamente resolve criticar. Por quê meu caro? Entra no embalo e curte a proposta. Te identifica e mostra o que queres. É possível deixar de ser apenas um parasito. Depende de ti. Acredita, que um dia, quem sabe, terás vida própria.

21

de
junho

Parasita

Segundo do dicionário Aurélio, parasito, ou parasita, mais comumente utilzado (é um adjetivo de dois gêneros), significa: "indivíduo que não trabalha, habituado a viver, ou que vive, à custa alheia".

Andou aparecendo um por aqui, mas o "parasito", na sua ignorância, não sabia que os blogs têm ferramentas de depuração. É só acionar que a sujeira desgruda e o parasito se dilui na sua insignificância. Ele pensava que poderia deixar suas marcas e quando viu que elas foram deletadas ficou sem chão e sumiu. Nada mais deprimente que a inveja, a covardia e a falta de criatividade. Os parasitos são assim, por isso necessitam grudar em quem produz algo. Mas aqui não. O blog é "autoclean". Por aqui só os construtivos e que se identificam.

18

de
abril

Polícia, Segurança e Valorização Profissional

Por Ricardo Balestreri, secretário nacional de Segurança Pública

Nos últimos 40 anos, a segurança pública no Brasil tem experimentado o mesmo remédio para combater seus males: mais armas e viaturas. Apesar de estudos do Ministério da Justiça demonstrarem o aumento de investimentos em segurança, observa-se que os recursos foram utilizados, na sua maioria, nessa direção. Se isso, exclusivamente, resolvesse, estaríamos vivendo no paraíso de segurança.
Nessa equação difícil, o elemento principal da segurança foi esquecido: o policial. Muito mais do que cuidar de segurança pública, a Polícia é agente de transformações sociais. Esse setor público é o mais impactante e o que menos se ausentou da vida dos brasileiros, mesmo sem o reconhecimento e sem todas as ferramentas necessárias ao trabalho. Apesar da importância do policial, não havia suficiente preocupação com a formação desse agente público, com sua valorização e proteção.
Assim, para valorizar o capital humano, é que o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) criou três benefícios: os cursos de educação a distância e a Rede de Altos Estudos em Segurança (Renaesp), o Bolsa-Formação – complemento salarial para profissionais que participem desses cursos e recebam menos de R$ 1.400,00 – e o Plano Habitacional, para garantir moradia digna, que agora chega ao Rio Grande do Sul. O Plano Habitacional visa garantir que o policial exerça direitos básicos, como o de poder dizer a sua profissão e o de vestir com orgulho a sua farda sem se tornar alvo de criminosos que morem perto. Mais do que facilitar a compra do imóvel, o plano quer garantir que esse profissional tenha tranqüilidade para trabalhar ao deixar sua família em casa, num local seguro e confortável. Assim, o policial poderá centrar-se em seu fazer público.
Segurança pública significa mais do que estoques de armas e viaturas. É valorizar o profissional que a faz como agente transformador que age com a mesma dedicação na prevenção à violência e na resposta aos crimes. Prevenir, valorizar e cuidar de toda a comunidade sem deixar de lado uma forte intervenção no combate às raízes do crime é a vocação democrática da Polícia.
Por isso, o Pronasci propõe uma mudança de paradigma, que una políticas sociais e de segurança. Os gestores têm o desafio de transformar o sistema de segurança pública num mecanismo que funcione e que alcance essa população historicamente abandonada por quase todos, mas cuidada pelos policiais. Aplaudir a Polícia brasileira é tratar, na prática, de fornecer-lhe melhores condições de vida e trabalho, para uma maior excelência no exercício de sua vocação.

2

de
abril

Maioridade Penal III

Sobre maioridade penal e cegueira, por Marcelo Mayora Alves, Advogado criminalista, especialista e mestrando em Ciências Criminais pela PUCRS

Toda essa polêmica sobre a redução da maioridade penal para 16 anos, que surge novamente após um caso rumoroso como o desse jovem que confessou o assassinato de 12 pessoas, na verdade diz respeito a uma questão que se repete: crer ou não crer no Direito Penal?
A ânsia punitiva contra um menor que gosta de matar é plenamente compreensível. Trata-se de insegurança - proveniente não só da ameaça de violência que nos ronda, mas também de todos os medos reais e imaginários com os quais convivemos - que é projetada na "vontade de punir". Lógico que quando deparamos com um caso como esse é justificável que, desde um viés retributivo, acredite-se que três anos de segregação é pouco tempo. Ou seja, se o que se pretende é retribuir o mal causado pelo crime, aumentemos o tempo de pena. De minha parte, relativizando a questão do tempo, creio que três anos no período da adolescência é tempo adequado. Ficar preso dos 16 aos 19 é ficar muito mais tempo preso do que dos 29 aos 32, por exemplo. Trata-se de uma fase em que o tempo é acelerado, além de tratar-se de temporalidade fundamental na construção da subjetividade.
Mas a questão é a seguinte: excluindo excrescências do tipo "matar o adolescente" ou "prender para sempre", é prudente crermos no Direito Penal como resposta adequada a esse tipo de problema? Teremos mais segurança - a curto, médio ou longo prazos - tratando a questão dos menores infratores como uma questão penal? Essa resposta me parece óbvia e é evidentemente negativa. Pensar os problemas desde o código crime-pena impede que pensemos a complexidade das questões que envolvem o caso, tais como: os assassinatos decorrem de uma patologia individual do adolescente? Estudando o seu cérebro poderemos descobrir a causa dos crimes e neutralizá-las a partir de uma medida profilática? O nosso descaso e a invisibilidade dos meninos que vivem nas ruas de nossa cidade não estão relacionados com o problema em questão? O fato de que existem pessoas que não se aproximam das sinaleiras quando o sinal está fechado para não relacionar-se com aqueles garotos que ali vivem não tem nada a ver com isso? Nós não temos nada a ver com isso?
O "rosnar ressentido" (Timm de Souza) da maioria da população que cambaleia perdida por um mundo "de pernas pro ar" (Galeano) clamando por mais punição é sintoma de uma passividade mórbida que impede que de fato sejam resolvidos os problemas de uma organização social suicida que não tem como manter-se em pé, a não ser de olhos fechados. A "cura da cegueira" que assola nosso tempo só é possível caso primeiro retiremos as vendas que tornam tudo escuro, sendo uma dessas vendas representadas pela crença na punição.

26

de
março

Brigada Militar x Polícia Civil, Mais um Confronto

Uma polícia que deveria ser uma só, unificada e bem comandada, mas que ainda possui duas corporações que para piorar as coisas ficam brigando por espaço. E a qualidade dos serviços prestados?

Procedimentos em flagrantes provocam discórdia

Nas últimas semanas, os balcões dos plantões das duas delegacias de polícia de pronto atendimento (DPPAs) da Capital separaram em lados opostos policiais civis e militares, que parecem medir forças quando o assunto é flagrante de suspeitos.
Os primeiros reclamam que seus colegas de farda querem assumir funções restritas à polícia judiciária, como a apresentação informal de suspeitos detidos às vítimas para reconhecimento prévio antes da condução deles à Polícia Civil. O procedimento exporia a vítima. Para os policiais civis, o reconhecimento formal do suspeito deve ser feito na delegacia, em área apropriada, para evitar represálias.
Os brigadianos reclamam do tempo perdido nas duas delegacias durante as autuações em flagrantes. Os PMs querem que os delegados plantonistas respeitem o que determina a Lei Federal 11.113, de 13 de maio de 2005, que estabelece que o condutor do preso e as testemunhas sejam liberados depois do depoimento.
Atualmente, todos têm de aguardar até o final dos depoimentos dos envolvidos para irem embora. O procedimento teria motivado que, na madrugada de segunda-feira, cinco PMs deixassem uma vítima de furto e o criminoso capturado por ela sozinhos na 1ª DPPA. O grupo de policiais se recusou a servir de testemunha, seguindo orientação de superiores que exigiram que os PMs voltassem para o policiamento ostensivo, pois a prisão havia sido feita pelo próprio cidadão.

BM analisará casos, e Polícia Civil reforçará delegacia

Ontem, os chefes das duas instituições propuseram novas rotinas para evitar desentendimentos. O comandante-geral da BM, coronel Nilson Bueno, explicou que tentará racionalizar a condução de suspeitos às DPs:

- Não há crise. Mas vou baixar uma portaria que cria uma rotina: antes de encaminhar alguém à delegacia, a guarnição que fez a prisão avisará o oficial de serviço que avaliará se é caso de flagrante. Isso servirá para auxiliar o serviço do delegado (evitando conduções desnecessárias às DPPAs).

A Polícia Civil retribuiu com a criação de uma estrutura que permitirá quatro flagrantes simultâneos na 3ª DPPA (Navegantes), responsável pelos casos na Zona Norte ou narcotráfico.

22

de
março

Páscoa Precoce

Este ano de 2008 se destaca, além de ser bissexto, por uma peculiaridade: há  95 anos, o domingo de Páscoa não caía tão cedo. A última vez em que foi comemorado em 23 de março foi em 1913. 
Devido a ausência de evidências históricas que permitissem determinar a data exata da morte de Jesus Cristo, a Igreja decidiu, arbitrariamente, no concílio de Nicéia, realizado em 325, que o dia da Páscoa seria o primeiro domingo de lua cheia após o equinócio (começo do outono no hemisfério sul, ou da primavera para o hemisfério norte). Essa regra prevalece até hoje.
Mas antigamente a situação era um pouco mais confusa, pois a "lua cheia" considerada pela Igreja, não era a verdadeira, ou astronômica, e sim a "lua eclesiástica". Isso quer dizer uma lua fictícia, que podia diferir em até dois dias da lua real, pois era contada a partir do primeiro avistamento lunar após a conjunção do nosso satélite com o Sol (lua nova).
Determinada a data do domingo pascal, então é possível fixar as datas das demais festas com datas móveis, da seguinte maneira: 46 dias antes, Quarta-feira de Cinzas (início da Quaresma); sete dias antes, Domingo de Ramos; dois dias antes, Sexta-feira Santa; e 60 dias depois, Corpus Christi.
Nos anos em que a lua cheia cai no sábado 21 de março, quando ocorre o equinócio, o domingo de Páscoa é no dia 22, a data mais cedo possível. Isso ocorre, em média, uma vez a cada 210 anos. A última vez foi em 1818, e a próxima não será antes de 2285.
Por outro lado, se a lua cheia de março acontecer no dia 20, ou seja, um dia antes da data do equinócio, então a próxima lua cheia será 29 dias depois, em 18 de abril. Se essa data cair num domingo, o dia da Páscoa fica sendo uma semana mais tarde, ou seja, em 25 de abril, a data mais longínqua possível, fato que ocorre uma vez a cada 130 anos. Foi assim em 1943 e será de novo em 2038.
Neste ano, a data da Páscoa cai em 23 de março, apenas um dia depois da data mínima possível.

Cultura inútil

21

de
março

Lua sobre Porto Alegre

A lua hoje em Porto Alegre está demais.

21

de
março

Onze Mandamentos

1. Achas um absurdo a corrupção? Solução: nunca suborne ou aceite suborno.

2. Achas um absurdo o roubo de cargas, muitas vezes custando a vida dos motoristas? Solução: exija a nota fiscal em todas as suas compras.

3. Achas um absurdo a desordem causada pelos camelôs, na maioria dos casos vendendo produtos roubados, falsificados ou sonegados? Solução: nunca compre nada de camelôs.

4. Achas um absurdo o poder dos marginais em favelas ou vilas das cidades? Solução: não compre nem consuma drogas.

5. Achas um absurdo o enriquecimento ilícito? Solução: não o admire só porque é rico, se foi de forma ilícita ele deve ser repudiado.

6. Achas um absurdo os pedintes nas sinaleiras? Solução: nunca dê nada aos pedintes.

7. Achas um absurdo qualquer chuva alagar a cidade? Solução: sempre jogue o lixo nas lixeiras, nunca nas ruas.

8. Achas um absurdo os cambistas aviltando os preços dos ingressos para shows e espetáculos? Solução: nunca compre de cambistas, mesmo que não consigas assistíir o espetáculo.

9. Achas um absurdo o trânsito engarrafado nas cidades? Solução: nunca tranque com seu carro os cruzamentos.

10. Achas um absurdo o desempenho dos políticos que ajudaste a eleger? Solução: não vote neles e divulgue o porquê no seu meio.

11. Achas um absurdo o poder econômico dos Estados Unidos em relação a América Latina? Solução: prestigie a indústria nacional.

20

de
março

Páscoa

Descobri como calcular o dia da Páscoa em cada ano, é simples, vejam:

Para calcular a data da Páscoa para qualquer ano no calendário Gregoriano (o calendário civil no Brasil), usa-se a seguinte fórmula, com todas as variáveis inteiras, com os resíduos das divisões ignorados. Usa-se a para ano, m para mês, e d para dia. O sinal * significa multiplicação.

c = a/100
n = a - 19*(a/19)
k = (c - 17)/25
i = c - c/4 - (c-k)/3 +19*n + 15
i = i - 30*(i/30)
i = i - (i/28)*(1-(1/28)*(29/(i+1))*((21-n)/11))
j = a + a/4 + i + 2 -c + c/4
j = j - 7*(j/7)
l = i - j
m = 3 + (l+40)/44
d = l + 28 - 31*(m/4)

Por exemplo, para o ano de 2000,

a=2000
c=2000/100=20
n=2000-19×(2000/19)=2000-19×105=5
k=(20-17)/25=0
i=20-(20/4)-[(20-0)/3]+(19×5)+15=20-5-6+95+15=119
i=119-30×(119/30)=119-(30×3)=29
i=29-{(29/28)×[1-(29/28)]×(29/30)×[(21-5)/11]}=29-{1×0×0×1}=29
j=2000+500+29+2-20+5=2516
j=2516-[7×(2516/7)]=2516-[7×359]=3
l=29-3=26
m=3+[(26+40)/44]=3+1=4
d=26+28-(31×1)=23

com a páscoa em 23 de abril de 2000.

Este algoritmo é de J.-M.Oudin (1940) e impresso no Explanatory Supplement to the Astronomical Almanac, ed. P.K. Seidelmann (1992).

Entenderam?

18

de
março

Os Quatro Fantasmas

Coluna da Martha Medeiros

Só convivendo amigavelmente com a finitude, a liberdade, a solidão e a falta de sentido da vida é que conseguiremos atravessar os dias de forma mais alegre
Leiga, totalmente leiga em psicanálise, é o que sou. Mas interessada como se dela dependesse minha sobrevivência. Para saciar essa minha curiosidade, costumo ler alguns livros sobre o assunto, e acabei descobrindo (não lembro através de qual autor, sinto muito) as quatro principais questões que assombram nossas vidas e que determinam nossa sanidade mental.

São elas:

1) sabemos que vamos morrer;

2) somos livres para viver como desejamos;

3) nossa solidão é intrínseca;

4) a vida não tem sentido.

Basicamente, isso. Nossas maiores angústias e dificuldades advém da maneira como lidamos com nossa finitude, com nossa liberdade, com nossa solidão e com a gratuidade da vida. Sábio é aquele que, diante dessas quatro verdades, não se desespera. Realmente, não são questões fáceis. A consciência de que vamos morrer talvez seja a mais desestabilizadora, mas costumamos pensar nisso apenas quando há uma ameaça concreta: o diagnóstico de uma doença ou o avanço da idade. As outras perturbações são mais corriqueiras. Somos livres para escolher o que fazer de nossas vidas, e isso é amedrontador, pois coloca a responsabilidade em nossas mãos. A solidão assusta também, mas sabemos que há como conviver com ela: basta que a gente dê conteúdo à nossa existência, que tenhamos uma vontade incessante de aprender, de saber, de se autoconhecer. Quanto à gratuidade da vida, alguns resolvem com religião, outros com bom humor e humildade. O que estamos fazendo aqui? Estamos todos de passagem. Portanto, não aborreça os outros e nem a si próprio, trate de fazer o bem e de se divertir, que já é um grande projeto pessoal.
Volto a destacar: bom humor e humildade são essenciais para ficarmos em paz. Os arrogantes são os que menos conseguem conviver com a finitude, com a liberdade, com a solidão e com a falta de sentido da vida. Eles se julgam imortais, eles querem ditar as regras para os outros, eles recusam o silêncio e não vivem sem aplausos e holofotes, dos quais são patéticos dependentes. A arrogância e a falta de humor conduzem muita gente a um sofrimento que poderia ser bastante minimizado: bastaria que eles tivessem mais tolerância diante das incertezas.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final. Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De se relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo? Fazer parte. Simplesmente fazer parte.
Muitos têm uma dificuldade tremenda em aceitar essa transitoriedade. Por isso a psicoterapia é tão benéfica. Ela estende a mão e ajuda a domar nosso medo. Só convivendo amigavelmente com esses quatro fantasmas - finitude, liberdade, solidão e falta de sentido da vida - é que conseguiremos atravessar os dias de forma mais alegre e desassombrada.

15

de
março

Alimentação no Trabalho

Dicas de alimentação no trabalho

- Escolha o restaurante mais saudável próximo ao seu escritório
- Escolha pratos que possam ser bem digeridos. Reduza o consumo de pratos gordurosos e aumente a ingestão de frutas e verduras, assim como de produtos lácteos.
- A alimentação deve ser adaptada ao tipo de trabalho. O consumo de energia pelo organismo de uma pessoa que efetua tarefas físicas intensas, como um operário do setor de construção, é muito diferente do de uma pessoa que trabalha sentada durante várias horas
- No meio da amanhã, coma castanhas ou uma fruta, acompanhados de um suco. Abandone o sanduíche ou qualquer outro tipo de comida rápida
- Não exagere na ingestão de café
- Coma lentamente, mastigando bem, dando garfadas pequenas. Desfrute do ambiente conversando e tomando pequenos goles de água. Pare de comer antes de se sentir satisfeito

O ideal é comer lentamente e optar por comidas leves. Menos gordura, junkie food, café e álcool. Mais frutas, peixes e verduras. Escolher cuidadosamente o restaurante e o menu, levando em conta as calorias. Comer com calma e depois dar uma caminhada. Essas são duas recomendações do manual dos bons hábitos alimentares no trabalho. O estresse, a escolha equivocada de alimentos e o sedentarismo formam uma combinação explosiva para o aparelho digestivo e o peso do corpo. O resultado são obesidade e queda no rendimento.

15

de
março

Dia do Consumidor

Conheçam nossos direitos e exijam sempre o cumprimento por parte do comércio e dos prestadores de serviços

Direito de arrependimento
Ao comprar um produto por correio, internet, catálogo ou telefone, o consumidor tem até sete dias para se arrepender e devolvê-lo, mesmo que não apresente defeito. E receber o dinheiro de volta. Esse direito não se aplica a produtos comprados em lojas físicas.
Produto com defeito
O fornecedor tem até 30 dias para resolver o problema. Depois disso, o consumidor pode substituir o produto por outro igual e novo, ter a quantia paga devolvida com correção monetária, ou conseguir um desconto no preço.
Dicas
- Exija nota ou cupom fiscal de todos os produtos.
- Verifique o prazo de validade dos produtos, e não adquira itens com embalagens amassadas ou danificadas.
- Não aceite se o vendedor condicionar a compra do produto a outro (venda casada), ou se disser que só pode prestar um serviço se você contratar outro da mesma empresa.
- Não compre produtos piratas ou contrabandeados.
- Pense bem antes de comprar. Se você adquirir algo em uma loja, a troca só será obrigatória se o produto estiver com defeito: o direito de arrependimento vale apenas para compras por internet, correio, telefone ou catálogo, nas quais não há como verificar o produto antes.
Fonte: Procon POA - www.portoalegre.rs.gov.br/procon 
Como reclamar
No Procon Porto Alegre:
- Procure primeiro o fornecedor, que tem 30 dias para resolver o problema.
- Caso o fornecedor se negue ou não consiga solucionar, procure o Procon mais próximo. O telefone em Porto Alegre é (51) 3289-1777, e o órgão funciona na Rua dos Andradas, 680.
- Leve a nota fiscal e cópias da carteira de identidade e CPF.
- O Procon é um órgão administrativo, que não pode obrigar o fornecedor a pagar indenização por danos morais ou lucros cessantes. Para isso, procure um Juizado Especial Cível.
Ranking de reclamações da associação Pro Teste em 2007
Produtos
- Celulares: 38%
- Eletroeletrônicos: 31%
- Eletrodomésticos: 16%
Serviços
- Compra pela internet: 78%
- Outros: 13%
- Turismo: 8%
Serviços públicos
- Telefonia celular: 36%
- TV por assinatura: 29%
- Telefonia fixa: 16%
Setor financeiro
- Cartão de crédito: 42%
- Seguros: 19%
- Financiamento: 18%

28

de
fevereiro

Jovens

CONSOLO PARA OS PAIS

Falando sobre conflitos de gerações, o médico inglês Ronald Gibson
Começou uma conferência citando quatro frases de autores famosos
:

1) "Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus."

2) "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível."

3) "Nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem
mais seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe."

4) "Essa juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."

Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovação que os espectadores davam às frases.
Então, revelou a origem delas:

A primeira é de Sócrates (470-399 a.C .)
A segunda é de Hesíodo (720 a.C.)
A terceira é de um sacerdote do ano 2000 a.C.
E a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas da Babilônia (atual Bagdá) e tem mais de 4000 anos de existência.

Aos que são pais:

RELAXEM, POIS SEMPRE FOI ASSIM !!!

26

de
fevereiro

Papagaio da Discórdia

Por este papagaio estão brigando. E ele está, por enquanto, no semi-aberto, em um sítio particular e bem acompanhado pelo visto. E as donas o querem lá.

O juiz federal do TRF da 4ª Região Marco Antônio Rocha confirmou a guarda provisória de um papagaio criado há 19 anos, solto, por Neusa Rosane Ferreira Oss Emer e sua filha, Daniele, em um sítio na periferia de Santo Ângelo. O Ibama havia apreendido o papagaio por considerar ‘infração ambiental a guarda de animal da fauna silvestre’. Neusa obteve uma liminar na Justiça Federal de Santo Ângelo, garantindo que ela permanecesse com a ave. O Ibama recorreu ao TRF/4 contra a concessão da guarda e contra a suspensão da exigibilidade de uma multa aplicada a Neusa, de R$ 3,5 mil. O magistrado manteve a multa, mas recomendou a guarda do papagaio por sua dona até a decisão definitiva do processo.

25

de
fevereiro

Semana de Trabalho

Haja força. Depois de um final de semana com festa de aniversário num pub na sexta-feira, churrasco de aniversário no salão de festas do condomínio onde moro, no sábado, almoço e jantar no domingo aqui em casa, tudo com vários familiares do lado da minha esposa, agora é hora de desintoxicar. Até que não bebi muito, mas foi muita comilança. Decretei: começo a dieta nesta segunda-feira. Até a próxima sexta?

Agora, haja energia para me movimentar nesta semana no trabalho. Há bastante o que fazer, muitos contatos, muita pesquisa, fora as decisões que tenho que tomar à medida que os fatos vão acontecendo.

E vamos à luta!

13

de
fevereiro

Lista

Um presente a quem acessa esse blog. Vejam e ouçam a bonita mensagem, com a música "A Lista" de Oswaldo Montenegro.

http://www.youtube.com/v/WeLCRqoq2rU&rel=1 

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