30
de
agosto
Racha na Susepe
As denúncias do corregedor-geral do sistema penitenciário, José Hermílio Ribeiro Serpa, de que o superintentente interino Antonio Bruno Trindade e outras chefias colaboraram com o último movimento grevista, por ação ou omissão, levaram o secretário da SSP, Edson Goularte, a solicitar relatórios pormenorizados das partes.
Esse fato gerou na superintendência um clima de trabalho horrível, já que passamos por um momento em que é preciso união do poder central do sistema penitenciário para administrar uma série de conflitos no interior das prisões que surgem no chamado período pós-greve.
Nesses momentos de quebra de confiança, quebra de hierarquia e desunião, surgem vários boatos e isso intranquiliza a todos, gerando um efeito altamente nocivo que, em última análise prejudica o funcionamento da razão de ser da Susepe, que são obviamente os estabelecimentos penais.
Penso que ao surgir esse tipo de atritos profissionais, ainda mais no mais alto escalão de um órgão como a Susepe, as ações saneadoras teriam que acontecer o mais rápido possível, sem deixar espaços para especulações que só vêm em prejuízo do serviço.

